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Conselheiro de Trump diz que Lula deu “chilique” ao ser cortado por Macron em fórum do G7

Aliado de Trump relata discurso “confuso e prolixo” sobre IA e vexame do petista em evento internacional

Foto: IA
Foto: IA

O conselheiro de Donald Trump, Jason Miller, afirmou na rede social X que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um papelão durante um fórum sobre inteligência artificial na reunião do G7, na França. Segundo ele, o presidente francês, Emmanuel Macron, precisou intervir e encerrar a fala de Lula porque o discurso teria se alongado demais e saído do controle.

De acordo com Miller, o petista fez uma apresentação “longa, confusa e prolixa”:
“Foi tão ruim — e Lula estava tão incoerente — que Emmanuel Macron teve que intervir e cortá-lo porque ele não parava de falar”, relatou. Em seguida, o conselheiro disse que o brasileiro “ficou chateado, fez um chilique como uma criança e depois se levantou e saiu”, concluindo que “Lula é alguém que fala demais”.

O episódio ocorre logo após o próprio Lula ter dito no G7 que “nunca foi esquerdista” e tentar se vender como uma liderança “do meio”, num esforço evidente de reposicionamento de imagem. Na prática, porém, o relato de Miller reforça a percepção de um presidente que insiste em discursos ideológicos extensos, deslocados do foco técnico do debate sobre inteligência artificial e plataformas digitais.

Na fala, Lula voltou a defender a regulamentação das big techs, exaltou o Pix como exemplo de inovação estatal e criticou a concentração de poder econômico nas grandes empresas de tecnologia, pedindo ainda mais protagonismo da ONU na governança global. O problema é que, em um ambiente que exige objetividade e clareza, o tom panfletário e intervencionista do petista terminou, mais uma vez, em constrangimento – agora com direito a corte do microfone e acusação pública de “chilique” por um dos principais aliados de Trump.