Candidato à Presidência propõe uma “porta de saída” com capacitação profissional e acesso ao mercado de trabalho

O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) voltou a criticar os programas sociais e defendeu que os beneficiários sejam encaminhados para oportunidades de capacitação e emprego.
Durante uma declaração recente, o presidenciável afirmou que os benefícios estariam contribuindo para a formação de uma “geração de imprestáveis que se recusam a trabalhar” e que opta por fazer trabalhos informais. A expressão já havia sido utilizada por Zema em outras ocasiões neste ano.
O candidato também defende que beneficiários de programas sociais sejam obrigados a aceitar ofertas de trabalho, proposta incluída em seu plano de governo. O documento prevê a criação de uma “porta de saída estruturada”, com conexão entre os programas de transferência de renda, cursos de capacitação e oportunidades profissionais.
Entre as propostas está o Programa Casas da Cidadania, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade. A iniciativa ofereceria planos individualizados de qualificação profissional, além de acesso a emprego, moradia e outros serviços públicos.
A proposta de Zema combina a redução da dependência de benefícios com políticas de inserção no mercado de trabalho. Críticos, porém, avaliam que a obrigatoriedade de aceitar empregos deve considerar as condições das vagas, a qualificação dos beneficiários e a realidade econômica de cada região.





