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Vereadores aprovam investimentos em habitação, infraestrutura e cursinho do Enem em Campo Grande

Políticas para idosos e jovens avançam com apoio da Câmara, que ajusta orçamento sem confrontar a prefeitura

Foto: Izaias Medeiros
Foto: Izaias Medeiros

Vereadores de Campo Grande aprovaram oito projetos de lei e mantiveram três vetos durante a sessão desta terça-feira (30), garantindo novos recursos para habitação, infraestrutura, trânsito, cultura, assistência social e meio ambiente, além de um cursinho preparatório para o Enem 2026 em convênio com a UFMS, voltado a jovens da Capital.

Em regime de urgência, o Projeto 12.478/26, do Executivo, autorizou R$ 5,2 milhões em crédito adicional especial:
– R$ 3 milhões para a Emha, condomínio Vila da Melhor Idade e programa Sonho Seguro;
– R$ 1,2 milhão para infraestrutura (indenizações, desapropriações e convênios);
– recursos para Agetran, assistência social, cultura e meio ambiente.

Outro ponto relevante foi o crédito de R$ 60 mil para o cursinho do Enem em parceria com a UFMS, ampliando o acesso à educação superior para estudantes de baixa renda. O presidente da Câmara, Epaminondas Neto (Papy), destacou que a Vila da Melhor Idade nasceu de projeto apresentado na Casa e que os ajustes orçamentários feitos pelos vereadores permitem acolhimento digno aos idosos e apoio à juventude com preparação gratuita para o exame.

A Câmara também aprovou denominações de praças em homenagem a Gislaine Eilert Barcellos e Clotilde Faustino Limeira, além de títulos e medalhas de reconhecimento a lideranças locais, como Carlos Alexandre BordãoSergio Dias Campos (Jacaré da Perkal) e Dalva Aparecida Garcia Caramalac, reforçando o vínculo da política municipal com a sociedade civil e o cooperativismo.

Foi aprovado o Projeto 12.480/26, adequando normas às exigências do TCE e STF sobre transparência e rastreabilidade de emendas impositivas, em linha com boas práticas de gestão pública. Já os vetos mantidos pela Câmara seguiram fundamentações técnicas da prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde, sem confronto direto com o Executivo, preservando a competência municipal e os protocolos existentes, por exemplo, no rastreamento do TEA e no programa “Além da Farda”.