Alfredo Gaspar afirma que denúncia surgiu para tentar barrar indiciamento do filho de Lula e aciona PF, STF e PGR contra aliados do PT

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou nesta terça-feira (31) que pediu a prisão dos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS). Os dois o acusaram de Estu pr0 de vulnerável justamente no dia da leitura do relatório que atinge aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), incluindo o filho do petista.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Gaspar informou que protocolou representações na Polícia Federal, no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Procuradoria-Geral da República (PGR), alegando que as acusações são falsas e configuram crime contra a honra.
“Acabei de protocolar, junto com meu advogado, uma representação na Polícia Federal para apuração completa dos fatos. Estou à disposição para qualquer meio de prova, inclusive DNA”, declarou o relator.
Segundo Alfredo Gaspar, a ofensiva de Lindbergh e Soraya teria como objetivo tumultuar a CPMI do INSS e impedir a leitura do indiciamento do filho de Lula. Ele afirmou que pretende levar o caso até o fim, cobrando responsabilização exemplar dos dois parlamentares.
“Essa forma criminosa de agir de Lindbergh e Soraya terá repercussão na esfera jurídica. Vou exigir a cassação e a prisão de ambos”, afirmou.
O deputado relatou ainda que também esteve na Procuradoria-Geral da República e no STF para solicitar celeridade nas investigações. “Também fui à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal para que essa apuração seja feita o mais rápido possível. Estou indignado, mas com a consciência tranquila porque a verdade está comigo”, concluiu.
O episódio expõe mais uma vez o clima de guerra política em Brasília: de um lado, um relator ligado à oposição tentando responsabilizar aliados do governo Lula; de outro, parlamentares próximos ao PT reagindo com acusações gravíssimas no momento em que a CPMI avança sobre o entorno do presidente.





