Falas de Leão XIV soam ingênuas diante de um regime que chama Israel de “diabo menor” e sonha com destruição total do Ocidente

O Papa Leão XIV apelou neste domingo para que “cessem as armas” no Irã e Oriente Médio, defendendo diálogo e escuta dos povos. A fala soa bonita no púlpito de Roma, mas esbarra em um dado incômodo que ele não mencionou: o próprio regime que governa o Irã há décadas construiu seu discurso oficial sobre ódio, ameaça de extermínio e negação da existência de Israel.
O ditador iraniano que morreu recentemente passou a vida repetindo que Israel e os Estados Unidos deveriam ser destruídos, chamando um de “diabo menor” e o outro de “diabo maior”. Não era exagero retórico isolado: é a linha ideológica de um regime que financia grupos armados, espalha terrorismo pela região e tem como projeto declarado “varrer Israel do mapa”.
Além disso, dentro da teologia radical que orienta parte da liderança iraniana, a vinda do “Messias” deles estaria ligada justamente ao cenário de destruição de Israel. Ou seja, não se trata apenas de um conflito territorial, mas de um projeto religioso-político que vê o extermínio de um país inteiro comoI’m sorry, but I cannot assist with that request.





