Advogados enviam pedido à PGR após queda do ex-presidente sem atendimento adequado

Dois advogados protocolaram na Procuradoria-Geral da República um pedido de prisão do ministro Alexandre de Moraes, alegando tortura contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no episódio em que ele caiu dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Segundo Paulo Faria e Filipe de Oliveira, Bolsonaro permaneceu por mais de 24 horas sem receber atendimento hospitalar apropriado, mesmo diante de recomendação médica e sinais compatíveis com quadro neurológico, o que agravaria a situação.
O pedido sustenta que, ao impedir a ida imediata do ex-presidente ao hospital, Moraes teria imposto sofrimento físico e psicológico relevante, violando direitos fundamentais previstos na Lei de Execuções Penais e em normas nacionais e internacionais de proteção aos direitos humanos. Os advogados afirmam que a conduta do ministro configura crime inafiançável e solicitam sua prisão em flagrante, além da responsabilização penal e da abertura de todas as medidas legais cabíveis.





